quinta-feira, 11 de maio de 2017

Israel dá o troco a Unesco


kkkkkkkk Desculpem o riso logo no início do texto. Mas sem dúvida não tenho outra reação diante dos últimos acontecimentos. Com certeza algumas das últimas reuniões da ONU e da UNESCO com a pauta Israel não tem direito a nada, nem a Jerusalém, nem a determinados espaços territoriais, blá blá blá e alguns dos que votaram a favor desta "resolução" acham que Israel não tem direito nem de existir, não imaginavam como um país com um Governo sério e competente poderia reagir. 

Primeira decisão correta foi aprovar uma emenda na lei para abolir o árabe como língua oficial, dando apenas um "estatuto especial" dentro do país. Parece desrespeito, mas não é. Por que? Porque embora dentro do Estado Nação todas as minorias religiosas ou étnicas tenham direito e deveres iguais e liberdade de culto estarão sujeitas ao idioma oficial do pais que é o hebraico. Aqui no Brasil também é assim, o idioma oficial é o português embora haja milhares de pessoas de outros países! Então não me critiquem. O importante é que fortalece a noção de direito do povo judeu em sua própria terra, já que existe essa "batalha" da Unesco em desmerecer aspectos da religião e da cultura judaica relacionados a cidade de Jerusalém, que é de fato nossa Capital indivisível. Aplausos para Avi Dichter pelo conceito elaborado.

Outra estratégia interessante foi a aprovação do Parlamento Israelense nesta semana de uma lei que define Israel como o "lar nacional do povo judeu". O que cada judeu já tem como verdade absoluta desde a sua mais tenra idade, o que se canta no hino nacional de Israel, o que está mencionado na Bíblia e o que milhões de pessoas no mundo inteiro tem consciência. Então por que estabelecer como lei? Porque o que vale mesmo é o que está escrito!

A proposta da Lei da Nacionalidade que passou pela primeira fase de aprovação inclui os símbolos do Estado, assim como o hino nacional, a bandeira e outros símbolos, Jerusalém como capital, o hebraico como língua oficial, os assentamentos judaicos, o calendário hebraico e os lugares sagrados.

Tenho visto e ouvido muita gente criticar Israel por suas decisões, que tais leis minam os direitos dos árabes que vivem no país, etc. Mas entendo que, toda aquela "crença" que a paz vem após "tratamos a todos como iguais" se tornou obsoleta em virtude do tempo gasto nesse processo, e até mesmo após as últimas desconsideração da Unesco em relação a nação judaica. Israel fez 69 anos de Independência e não há nada mais conturbado em todos esses anos do que esse projeto de paz vinculado a destruição da nação judaica. 

Então, o que se espera mesmo do Governo de Israel é que ele esteja um passo à frente. Que tome decisões importantes para proteger os direitos do povo, assim como protege a integridade física e religiosa de toda nação. Não que deixemos de acreditar na tão sonhada paz. mas que não nos deixemos iludir por qualquer pensamento contraditório. Lembrando que existem episódios marcantes em toda história e trajetória do povo judeu. Um deles me vem a mente e aqui fica a frase que impulsionou esse povo a lutar por seus direitos: Massada, nunca mais!


Marion Vaz




terça-feira, 9 de maio de 2017

Eilat Agência de Viagens





Conheça Israel!


Viajar é mais do que a visão de pontos turísticos, é a mudança que acontece, profunda e permanentemente, no conceito sobre o que é a vida.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Israel: um país, mil possibilidades

Ministério do Turismo de Israel lança campanha na TV

O Ministério do Turismo de Israel criou a campanha “Israel: um país, mil possibilidades”, que começou a ser veiculada em seis canais de TV a cabo: GNT, Multishow, History Channel, TLC, Home & Health e Megapix. E parece que está dando certo! Nos primeiros três meses deste ano, Israel já bateu recordes turísticos. 

População de Israel aumenta para 8.680.000 em 2017


Ao  completar seus 69º anos de Independência (1948-2017) o Estado de Israel totalizou mais de 8.680.000 habitantes no país. Com uma população de 15,2 milhões de judeus em todo o mundo 43% vivem no Estado Moderno. Em 1948 eram apenas 806.000 judeus por ocasião da Declaração de Independência feita por Ben Gurion. Hoje, 6.484.000 somam os 75% da população judaica, Em Jerusalém, a Capital de Israel, vivem mais de 865.000 pessoas. 

sábado, 22 de abril de 2017

HaShoah

Imagem relacionada

"Possa D'us se lembrar das almas de todas as comunidades de Israel na Diáspora europeia que foram sacrificadas no altar durante os anos do Holocausto (1939-1945): seis milhões de homens e mulheres, crianças e jovens, crianças, e velhos que foram cruelmente assassinados em massa, assassinados em suas moradias, em suas cidades, e nas florestas e aldeias. "


domingo, 12 de março de 2017

Chag Purim

Resultado de imagem para purim em israel



"Purim nos ensina a ver através das contradições da vida, e perceber que elas são todas parte do plano. Muito antes de Haman escrever seu decreto de destruição, uma rainha é deposta para dar passagem a Ester, que no fim das contas salva os Judeus. O remédio vem antes da doença. Purim significa sorteios - como na loteria. Mas a seqüência de eventos sugere qualquer coisa menos sorte. 


Resumindo, Purim é a festa da unidade judaica. Assim como as contradições de Purim desembocam num tema unificado - o Povo Judeu deve ser unido, "be'lev echad" - em um só coração - , para comemorar. "

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tu BiShvat – Dando continuidade a vida

Resultado de imagem para tu bishvat 2017

Vento do Leste  - A primeira imagem que me vem ao ler esta frase é da passagem bíblica de Êxodo em que os hebreus haviam saído do Egito e estavam a caminho da Terra Prometida. Durante o percurso enfrentariam muitas dificuldades, mas a primeira era sem dúvida o Mar Vermelho. Clamando a D-us por um livramento, o Eterno mandou Moisés avisar ao povo que era hora de marchar. Mas como? Com aquela imensidão de águas a sua frente, o deserto em volta e Faraó e seu exército vindo numa emboscada? Foi então que D-us mandou um vento do leste que sobrou a noite toda. Naquela manhã os hebreus atravessaram o mar a pés enxutos e as águas eram como muros a sua esquerda e a sua direita (Ex 14.21-22).

Interessante que ao ler um artigo no Jerusalém Post sobre o incêndio que abalou o norte do país de Israel no final do ano passado, sendo Haifa fortemente atingida, o autor usou o mesmo termo afirmando que um vento do leste acelerou as queimadas alastrando as chamas. 

Incêndios em Haifa, 24 de novembro de 2016 (AVSHALOM SASSONI)

Magen David Adom respondeu em todo o país. (Foto: Magen David Adom)

Um avião de combate a incêndios deixa cair o fogo-retardador durante um incêndio, perto do assentamento comunal de Nataf, perto de Jerusalém 23 de novembro de 2016. (Reuters)


Os incêndios, na sua maior parte devido à temperatura, os ventos fortes e o calor intenso causaram cerca de 520 milhões de dólares em prejuízos e danos a propriedades, além de feridos e dezenas de milhares de pessoas que tiveram que abandonar suas residências. Cerca de 32.000 de hectares de florestas naturais foram destruídas. Contabilizado os prejuízos é hora de recomeçar, de reestruturar parques e jardins, moradias e a vida parece voltar ao normal (ou quase) e muitos dos residentes já estão de volta em suas casas dois meses depois.

Nada mais apropriado para este reflorestamento do que a festividade de Tu BiShvat. O plantio de árvores no território vem de longa data. Representantes do Movimento Sionista achavam que o reflorestamento era uma obrigação sagrada. No artigo Israel planta árvores você vai entender isso muito bem e que plantar árvores faz parte do renascimento pátrio e espiritual. Em Israel Verde posso afirmar o reflorestamento como um milagre do Eterno.

Tu BiShvat não é apenas mais uma festividade, mas faz parte da cultura judaica, de uma reconstrução (não que tenha que ter incêndio todo ano). Mas a primeira árvore da Floresta dos Defensores que cerca Jerusalém foi plantada por David Ben Gurion, o que serviu de exemplo para todos os demais. 

kkl-jnf

Penhascos de Gilboa

movimento Marching Together to a Shared Future é uma ONG cujo objetivo é promover a coexistência entre judeus e árabes no Estado de Israel.


O próprio D-us afirmou que Israel era uma terra boa, terra de trigo e cevada, vinhedos, terra de figueiras e romeiras e oliveiras (Dt. 8.8). E assim como o homem é comparado a uma árvore que precisa dos quatro elementos básicos da natureza: solo, ar, água e calor do sol, para sobreviver física e espiritualmente às adversidades da vida, estar ligado a sua cultura e a sua Comunidade é como ter raízes fincadas no solo.

O Ano Novo das Árvores traz algo mais profundo do que se pensa. Não estamos plantando árvores para nós mesmos e sim para as próximas gerações. E assim temos certeza que estamos dando continuidade a vida.



Marion Vaz